Um professor de jiu-jítsu, de 33 anos, foi preso por policiais civis da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), nesta segunda-feira (20), em Manaus, suspeito do crime de estupro contra uma aluna de 14 anos. A prisão preventiva ocorreu dentro da própria academia do investigado, localizada no bairro Nova Esperança, na zona oeste da capital amazonense. De acordo com as investigações, o crime aconteceu no final de 2025, quando o homem foi até a casa da vítima com a justificativa de contratar os serviços de tatuagem do pai dela, mas, ao encontrar a adolescente sozinha, aproveitou a ausência do responsável para cometer o abuso.
Como aconteceu o crime e o início das investigações?
As apurações sobre o caso começaram logo após o representante legal da adolescente procurar a sede da Depca para registrar o boletim de ocorrência. De acordo com os relatos colhidos pelos investigadores, o professor mantinha uma relação de confiança com a família por instruir a jovem na modalidade esportiva.
No fim de 2025, o homem se deslocou até a residência da família sob o argumento de que contrataria o pai da jovem para fazer uma tatuagem. Ao chegar ao endereço, ele constatou que o profissional não estava no imóvel e se aproveitou do momento de vulnerabilidade para abusar da adolescente de 14 anos.
Qual é a situação atual do investigado e dos desdobramentos policiais?
Com base nos elementos de prova colhidos pela equipe da Depca, a Justiça do Amazonas expediu o mandado de prisão preventiva contra o acusado. Os policiais cumpriram a ordem judicial diretamente no estabelecimento do suspeito, localizado na zona oeste de Manaus, sem dar margem para tentativa de fuga.
Até o momento, não foram formalizadas denúncias de outras alunas ou vítimas na delegacia. No entanto, a Polícia Civil do Amazonas manteve o inquérito aberto para averiguar se o investigado utilizou sua posição de autoridade como instrutor de artes marciais para fazer outras vítimas na capital. O homem passará por audiência de custódia e ficará detido à disposição do Poder Judiciário.


